O objetivo principal deste blog é chamar a sua atenção para as palavras ditas por Jesus em Mateus capítulos 24 e 25, quando respondeu à pergunta feita por seus discípulos: "... Dize-nos, quando serão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? (Cf. Mateus 24:3b)

A RESPOSTA PROFÉTICA DE JESUS:

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores. ... E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim". (Mateus 24: 4,5,6,7,8,12,13,14)

MAIS PROFECIAS:

"Sabe porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a aficácia dela. Destes afasta-te". (II Timóteo 3: 1-4)

Conferência da ONU alerta que 70% do planeta pode sofrer com seca em 2025

Quase 70% do planeta será afetado pela seca em 2025 se não forem aplicadas políticas para frear este flagelo, advertiu nesta sexta-feira (2/10/2009) em Buenos Aires Luc Gnacadja, secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação.

"Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada", destacou Gnacadja, falando em uma conferência.

Jarbas Oliveira - 10.dez.2004/Folha Imagem
Garimpeiro Juraci Barbosa da Cunha, 50, em estrada de área no sul do Piauí que tem um dos maiores índices de desertificação do Brasil
Garimpeiro Juraci Barbosa da Cunha, 50, em estrada de área no sul do Piauí que tem um dos maiores índices de desertificação do Brasil

Atualmente, a seca afeta pelo menos 41% do planeta, e o processo de degradação aumentou entre 15% e 25% desde 1990, segundo um relatório sobre a situação climática mundial apresentado à imprensa durante o encontro.

Gnacadja ressaltou a gravidade do panorama a longo prazo no encerramento da 9ª Conferência das Partes da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, que aconteceu entre 22 de setembro e 2 de outubro na capital argentina.

O secretário afirmou ainda que houve um consenso no encontro sobre a necessidade de monitorar e determinar os indicadores para compreender a situação atual em detalhes, o ritmo do avanço da desertificação e maneiras de lutar contra ela.

Além disso, indicou que "não há segurança mundial sem segurança alimentar" nas zonas secas e que "é preciso um acordo verde" por parte dos países desenvolvidos para trabalhar nesses lugares, referindo-se à necessidade de um compromisso político das potências.[Fonte: Folhaonline]

E haverá terremotos...

Moradores observam estragos provocados pelo terremoto desta quarta-feira (30) em Padang, na ilha indonésia de Sumatra. (Foto: Reuters)

Uma réplica de 6,8 graus de magnitude na escala Richter sacudiu nesta quarta o oeste da ilha indonésia de Sumatra, menos de 24 horas depois do terremoto de 7,6 graus que causou já mais de 200 mortos.

O epicentro do terremoto foi 225 quilômetros ao sudeste de Padang, a cidade mais afetada pelo tremor da véspera, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que considerou pouco provável a possibilidade de que este tremor gere um tsunami.

Por outra parte, o governo elevou a mais de 200 sua estimativa inicial de vítimas mortais. As primeiros equipes de resgate já estão trabalhando na área afetada, apesar das intensas chuvas, tentando resgatar milhares de pessoas soterradas pelos escombros.

A essas tarefas se poderiam unir em breve enviados especiais da Malásia, Cingapura e vários países europeus, segundo a televisão local. Milhares de moradores de Padang, a 50 km do epicentro, passaram a noite em campos abertos temendo um novo terremoto.

Cerca de 500 casas foram destruídas e importantes infraestruturas como estradas e pontes estão gravemente danificadas. Vários incêndios iniciados após o tremor atingiram quarteirões inteiros da cidade, que permanece sem eletricidade, enquanto ruas e avenidas estão inundadas pela ruptura de encanamentos.

O aeroporto de Padang também foi danificado, as linhas de comunicação seguem mudas e os centros hospitalares estão a beira de um colapso pela quantidade de urgências médicas. [Fonte: Notícias Terra]

Veja mais fotos dos estragos

Sobe para 770 o número de vítimas de tremor na Indonésia

Governo confirma que cerca de 2.400 pessoas ficaram feridas; novo terremoto atingiu o país nesta quinta-feira (01/10/2009).

Dita Alangkara/AP -Menino observa prédio destruído em Padang

PADANG, Indonésia - O governo da Indonésia elevou para 770 o número de vítimas do terremoto que atingiu o país na quarta-feira, enquanto equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes em meios aos escombros. Oficiais disseram ainda que cerca de 2.400 pessoas ficaram feridas e que o número de mortos deve aumentar, já que milhares ainda estão soterrados.

Veja também:

link Estudo americano pode ajudar na previsão de tremor

mais imagens Galeria: Danos provocados pelo tremor

Nesta manhã, um novo tremor atingiu a região, causando mais danos. O abalo sísmico de 6,8 graus foi aconteceu às 8h52 (22h52 de quarta-feira no horário de Brasília), mas a cerca de 200 quilômetros do epicentro do terremoto da véspera. O terremoto de quarta-feira foi sentido às 17h16 (7h16 em Brasília) e teve origem a 85 quilômetros de profundidade, próximo da cidade de Padang, na costa leste de Sumatra, segundo o Instituto Geológico dos EUA. Vários tremores secundários de mais de 6 graus de magnitude foram sentidos na sequencia e um terremoto de 7 graus, horas depois.

Mais de 500 edifícios, incluindo hotéis, escolas, hospitais e um shopping center ficaram destruídos ou danificados em Padang, onde pelo menos 376 morreram. Acredita-se que milhares de pessoas estejam presas nos escombros. O principal hospital da cidade estava superlotado. Dezenas eram tratadas em barracas armadas do lado de fora do hospital, cuja estrutura ficou parcialmente danificada por causa do tremor.

O número de vítimas pode aumentar nos próximos dias, na medida que as equipes de resgate alcancem cidades mais remotas das ilhas indonésias. A chegada de socorro é lenta por causa da destruição completa e do bloqueio de inúmeras rodovias, além do acúmulo de escombros e dos incêndios simultâneos registrados em diversas regiões do país. A ministra da Saúde indonésia, Siti Fadillah Supari, disse que o número definitivo de vítimas fatais será de "milhares", devido à "magnitude dos danos".

Em Padang e Pariaman, as localidades mais afetadas, milhares de pessoas passaram a noite fora diante do temor de réplicas, seguindo as instruções do governo. As duas cidades amanheceram em meio ao caos e aos escombros, com centenas de construções que desabaram. Os sobreviventes fazem fila durante horas para obter bens básicos, como comida e gasolina. As linhas de telefone e as comunicações pela internet de Padang voltaram a funcionar, mas continuam instáveis.

Apesar da instalação de 11 hospitais de campanha, os centros médicos estão saturados e não conseguem atender as vítimas que não param de chegar, devido à falta de eletricidade, remédios e meios.

Os tremores aconteceram na mesma falha geológica que provocou o tsunami de 2004, que matou 230 mil pessoas em 12 países. Alguns geólogos diziam que Padang é localizada em uma posição perigosa, e que a cidade poderia ser completamente destruída por um terremoto. A província de Sumatra Ocidental é uma zona predominantemente rural, com uma densa floresta. As praias da ilha são populares entre os surfistas. [Fonte: Estadão.com]

Até pouco tempo atrás não havia tornado em SC...


Temporal com raios em Guaraciaba (SC). Balanço divulgado hoje pela Defesa Civil de Santa Catarina revela que aumentou o número de feridos por conta dos vendavais que atingiram o Estado na madrugada de ontem. Foram registrados 138 feridos, com a morte de quatro pessoas, em 46 municípios catarinenses atingidos pelas fortes chuvas e ventos registrados na madrugada.

A escola Sara Castelhano Kleinkauf, em Guaraciaba, foi destruída com o vento

A Defesa Civil confirmou nesta quarta-feira que um tornado atingiu a cidade de Guaraciaba, em Santa Catarina, e causou destruição e duas mortes na cidade na terça-feira. Segundo a corporação, estima-se que os ventos causados pelo fenômeno chegaram a 200 km/h. A cidade está em estado de calamidade pública

A Polícia Militar (PM) enviou um helicóptero com remédios, água e comida para ajudar os afetados pelo temporal em Guaraciaba. A equipe que chegará ao município vai avaliar ainda a necessidade de mais uma aeronave com ajuda.

Dez mil edificações danificadas
Balanço da Defesa Civil indica que 10.102 edificações foram danificadas pelo temporal que atingiu o Estado na terça-feira. Os danos vão desde casas destelhadas até prédios completamente destruídos pelos ventos.

Em um dos casos, o ginásio da única escola de Guaraciaba teve o telhado arrancado inteiro pelo vento. As paredes do prédio desabaram e atingiram o colégio. A Defesa Civil contabiliza ainda 83003 pessoas afetadas pelos ventos e chuva, 1152 desabrigadas, 5862 desalojadas, 138 feridas e quatro mortas.

Sete cidades estão em situação de emergência: Dionísio Cerqueira, Ipuaçu, Santa Terezinha do Progresso, Schroeder, São Domingos, Vargem Bonita e Vargeão. (Fonte: Terra)

E haverá pestes...


A gripe suína já se disseminou por cerca de 160 países e matou aproximadamente 800 pessoas, mas seu comportamento não mudou, informou nesta sexta-feira (24/07/2009) a Organização Mundial da Saúde (OMS).





"Até o momento não detectamos nenhuma alteração do vírus. O que observamos, no entanto, é uma expansão geográfica pelos países", disse o porta-voz da OMS Gregory Hartl em entrevista coletiva. VacinaHartl afirmou que a primeira vacina contra a doença, popularmente chamada de gripe suína, deve estar pronta nos próximos meses, início do outono no Hemisfério Norte. A OMS prometeu 150 milhões de doses de dois fabricantes para países em desenvolvimento e está negociando com outros produtores mais doses.BrasilA gripe já provocou 34 mortes no Brasil. Boletim do Ministério da Saúde divulgado na noite desta quinta-feira (23) indica 1.566 casos confirmados da doença. O Rio Grande do Sul é o campeão em óbitos, com 16 mortes confirmadas. São Paulo vem logo depois, com 12 mortes. Cinco das vítimas são do Rio de Janeiro e uma do Paraná.O Ministério da Saúde afirma ainda que foram notificados, desde abril, 8.328 casos suspeitos de algum tipo de gripe no país, com 19% dos casos com diagnóstico positivo para a influenza A (H1N1) e outros 6,34% (528 casos) com diagnóstico para a influenza sazonal.AulasOs governos dos Estados com vítimas se reunirão na semana que vem com o Ministério da Saúde. Na pauta, a discussão do possível adiamento do retorno às aulas nas redes pública e particular.


Mais:



E haverá fome...

Um total de 1,020 bilhão de pessoas passarão fome em 2009, o que representa um número recorde, segundo informou hoje a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

A FAO, em comunicado emitido em sua sede em Roma disse que se prevê que este ano o número de vítimas da fome aumente 11%.

Para estabelecer estas previsões, a FAO se baseou nas análises do departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Este organismo atribui esse aumento à crise econômica mundial, que originou uma diminuição da renda e um aumento do desemprego, o que ajudou na redução ao acesso aos alimentos por parte dos mais desfavorecidos.

A maior parte da população desnutrida do planeta vive em países em vias de desenvolvimento, informou esta organização.

Na Ásia e no Pacífico calcula-se que cerca de 642 milhões de pessoas sofrem com fome crônica, 265 milhões em África Subsaariana, 53 milhões na América Latina e no Caribe, 42 milhões na África do norte e Oriente Médio e 15 milhões nos países desenvolvidos.

A FAO disse que os pobres que moram em zonas urbanas serão os que terão mais dificuldades para enfrentar à recessão mundial, já que a queda da demanda de exportações e a redução do investimento estrangeiro direto causarão um aumento no desemprego urbano.

No entanto, o órgão informou que as áreas rurais deverão enfrentar o problema que vai representar o retorno de parte dessa população urbana para o campo.

Além disso, a FAO manifestou que os países em desenvolvimento terão uma menor capacidade de manobra nesta crise devido à rápida deterioração do contexto econômico e a que as turbulências afetam todo o mundo de forma mais ou menos simultânea.

Isto limita a capacidade de se recorrer a mecanismos reparadores para se ajustar aos vaivéns macroeconômicos, como a desvalorização da moeda ou empréstimos no mercado internacional de capitais.(Fonte: G1)

Cientista Prevê Catástrofe Mundial

Cientista britânico prevê "catástrofe" mundial em 2030 com aumento da população

Christine McGourty

Repórter de Ciências da BBC

ONU prevê falta de água e alimentos na África, Europa e Ásia

O aumento da população mundial e das demandas por água, energia e alimentos poderão provocar uma "catástrofe" em 2030, segundo previsões do principal conselheiro científico do governo britânico.

John Beddington descreveu a situação como uma "tempestade perfeita", termo usado quando uma combinação de fatores torna uma tempestade que, por si só, não teria tanto efeito, em algo muito mais poderoso. A analogia também é usada para descrever crises econômicas.

Segundo Beddington, com a população mundial estimada em 8,3 bilhões de pessoas em 2030, a demanda por alimentos e energia deve aumentar em 50%, e por água potável deve aumentar em 30%.

As mudanças climáticas devem piorar ainda mais a situação, vai advertir o cientista nesta quinta-feira, na conferência Desenvolvimento Sustentável RU 09, em Londres.

Complacência

"Não vai haver um colapso total, mas as coisas vão começar a ficar realmente preocupantes se não combatermos esses problemas", afirma Beddington.

Segundo ele, esta crise por recursos vai ser equivalente à atual crise no setor bancário.

"Minha principal preocupação é com o que vai ocorrer internacionalmente, vai haver falta de alimentos e de água", prevê o cientista.

"Nós somos relativamente sortudos no Reino Unido; pode não haver falta, mas podemos esperar um aumento de preço dos alimentos e de energia."

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) prevê falta de água generalizada na África, Ásia e Europa até 2025.

A quantia de água potável disponível por habitante deve diminuir dramaticamente neste período.

Transgênicos

A questão da segurança alimentar e energia chegou a entrar no topo da agenda política no ano passado, durante a alta do preço do petróleo e de commodities.

Segundo Beddington, a preocupação agora que os preços voltaram a cair é de que essas questões saiam da agenda doméstica e internacional.

"Não podemos ser complacentes. Só porque os preços caíram, não significa que podemos relaxar", diz ele.

Melhorar globalmente a produtividade agrícola é uma forma de combater o problema, afirma Beddington.

Atualmente, se perdem entre 30% e 40% de toda a produção, antes da colheita, por causa de pragas e doenças.

"Temos que procurar uma solução. Precisamos de mais plantas resistentes a pragas e doenças, e de melhores práticas agrícolas e de colheita", afirma Beddington.

"Os alimentos transgênicos também podem ser parte da solução. Precisamos de plantas que sejam resistentes à seca e à salinidade - uma mistura de modificações genéticas e cruzamento convencional de plantas."

De acordo com o cientista, também são essenciais melhorias na estocagem de água e fontes de energia mais limpas.

John Beddington está a frente de um subgrupo de um novo departamento do governo criado para combater a segurança alimentar.(Fonte: IASD em Foco)