O objetivo principal deste blog é chamar a sua atenção para as palavras ditas por Jesus em Mateus capítulos 24 e 25, quando respondeu à pergunta feita por seus discípulos: "... Dize-nos, quando serão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? (Cf. Mateus 24:3b)

Surgirão falsos cristos...

Líder de seita banida de três países prega no Rio de Janeiro:


"Jesus Cristo" desembarcou no aeroporto internacional do Rio de Janeiro na sexta-feira (12/10/2007) de manhã, vindo de Miami, com toda a pinta de turista: chiclete na boca, óculos de sol, Rolex no pulso e corrente de ouro no pescoço. "Jesus Cristo" é uma das alcunhas do porto-riquenho José Luís de Jesús Miranda, de 61 anos, o criador da igreja Crescendo em Graça. A seita destoa das demais denominações evangélicas por ensinar que seu líder é a segunda encarnação de Cristo. "Até minha família pensou que eu estava ficando louco quando revelei ser Jesus Cristo homem", afirmou Miranda.
Pelos cálculos da própria igreja, 2 milhões de pessoas em 23 países, a maioria na América Latina, crêem fervorosamente que Cristo reencarnou em Miranda. No Brasil, a presença é relativamente pequena, com menos de 10 mil seguidores. A Crescendo em Graça é praticamente desconhecida no Brasil, mas no exterior tem feito barulho. Por causa das provocações que faz aos católicos, José Luís de Jesús Miranda foi proibido de entrar em El Salvador, Honduras e Guatemala. O presidente de El Salvador disse que não aceita em seu país "um louco que diz ser o Messias".
Miranda faz da Igreja Católica seu alvo favorito. Costuma ofender o papa Bento XVI e dizer que os padres são "pedófilos de saias". Em maio, seus seguidores no Brasil fizeram ruidosos protestos na visita de Bento XVI.
O líder religioso desembarcou no Brasil no feriado de Nossa Senhora Aparecida e voltaria para os EUA em 15/10/2007. No fim de semana, comandou uma convenção nacional no Rio. Perto de 1,5 mil pastores e fiéis compareceram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Haverá pestes...

Um germe resistente aos remédios se propaga mais rápido do que se achava nos Estados Unidos e poderá causar mais mortes que a aids, indicou um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) publicado pela revista Journal of the Medical Association.
O micróbio, uma cepa do Staphylococcus aureus resistente aos antibióticos, causa a cada ano mais de 94 mil infecções graves e quase 19 mil mortes, segundo o estudo. Na maioria dos casos, são infecções na corrente sangüínea.
O germe, transmitido por simples contato, transforma as infecções cutâneas menores em problemas graves de saúde. Há casos de necrose, produzindo uma eliminação do tecido devido à morte celular.
A infecção pode ser resolvida rapidamente com antibióticos. Mas em alguns casos o micróbio entra nos pulmões e provoca pneumonia ou se estende aos ossos, órgãos vitais e ao sangue. Ele causa complicações que ameaçam a vida dos pacientes, explicaram fontes médicas.
"Este é um grave problema de saúde pública e deveríamos nos preocupar muito", disse Scott Fridkin, epidemiologista dos CDC, um órgão do governo dos Estados Unidos.
O total de mais de 94 mil casos foi calculado com base numa extrapolação de dados de 2005 em nove regiões urbanas consideradas representativas. Houve 5.287 casos de infecções invasivas, que se traduziriam num total estimado de 94.360 casos em todo o país, segundo os pesquisadores.
"Esta é somente a ponta do iceberg", disse Elizabeth Bancroft, epidemiologista do Departamento de Saúde Pública de Los Angeles, num editorial que acompanha o relatório.
Bancroft acrescentou que se todas as infecções estiverem vinculadas ao Staphylococcus aureus, o total superaria as mortes provocadas pelo vírus da aids, que em 2005 matou 17.011 pessoas.
Fonte: Terra

Aumenta casos de Dengue no Brasil

Número de casos de dengue cresce 50% no país:


Registro da doença até setembro deste ano foi comparado ao mesmo período de 2006. Ministro teme proliferação da doença com a chegada do período de chuvas.

Mais de 450 mil pessoas foram infectadas pela dengue até setembro deste ano. Desse total, 121 morreram. Os dados foram divulgados na terça-feira (16) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante lançamento da campanha nacional de prevenção à dengue, em Minas Gerais. De acordo com o Ministério da saúde, o número de casos representa um aumento de mais de 50% em relação ao mesmo período de 2006.

Temporão manifestou preocupação diante da possível proliferação da dengue com a chegada do período das chuvas. Em 2002, quando o país viveu uma epidemia da doença, o número de casos chegou a 794 mil. No ano passado, foram 345 mil.

"A dengue é um problema sério e mata. Neste ano, 1.076 pessoas tiveram a dengue hemorrágica, que é a forma mais grave da doença. Desse total, 121 morreram", afirmou Temporão. "O quadro deste ano é ruim e estamos fazendo a campanha antes do período de chuvas, quando o mosquito transmissor se prolifera. Ou seja, temos tempo para a prevenção, mas os resultados dependem da participação de todos", afirmou.

A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde registrou no período de janeiro a julho de 2007, 438.949 casos de dengue clássica, 926 casos de febre hemorrágica da dengue e 98 óbitos.

Comparando com o ano de 2006, foi observado um aumento de 136.488 casos de dengue no país, sendo o mês de março aquele com o maior número de notificações no período, correspondendo a 102.011 casos. Esse aumento no número absoluto de casos está relacionado com a ocorrência de epidemias com altas taxas de incidência em alguns estados. Neste caso, destaca-se o ocorrido nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio de Janeiro, que notificaram um excedente de 59.370, 39.391 e 18.181 casos, respectivamente.

"O aumento do índice pluvimétrico, ou seja, a maior quantidade de chuvas pelo país facilitou a multiplicação dos mosquito transmissor da doença", afirma Fabiano Pimenta, secretário adjunto de vigilância sanitária da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

De acordo com Pimenta, as temperaturas médias mais altas também influenciam, uma vez que quanto mais alta for a temperatura, menor é o ciclo do ovo do mosquito, o que permite que a proliferação aconteça mais rapidamente.

Pimenta aponta que não são apenas os fatores climáticos que colaboram para o aumento do número de casos. Segundo ele, a falta de vacina e de cuidados para prevenção da doença influenciam o registro de mais ocorrências da doença.

Prevenção
Esvaziar garrafas, não estocar pneus em áreas descobertas e não deixar água acumulada em lajes, canos e vasos de plantas são algumas medidas que ajudam a impedir a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. A água parada é o ambiente onde mosquito depoista seus ovos. A campanha nacional de prevenção à dengue tem por objetivo estimular a população a se mobilizar contra a doença. O tema é "Combater a dengue é um dever meu, seu e de todos. A dengue pode matar". A campanha começa a ser veiculada este mês em rádio e televisão nas regiões Sudeste e Centro-oeste. No Sul e Norte, a propaganda começa em 4 de novembro e se estende até 16 de dezembro. Na Região Nordeste, a campanha também começa em novembro, mas termina em 28 de março de 2008.

No mês de julho, o Ministério da Saúde encomendou uma pesquisa que revelou que 91% dos entrevistados se sentem informados sobre como a dengue é transmitida. Com a campanha, o ministério espera estimular que o combate à doença se torne um hábito e faça parte de uma rotina diária da população.


Sintomas
Os sintomas da dengue se parecem com os da gripe (febre, dor de cabeça, dores no corpo), mas são acrescidos de dores nos olhos e nas juntas, diarréia e vômito. Caso observe os sintomas, a pessoa deve procurar o serviço de saúde.