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O objetivo principal deste blog é chamar a sua atenção para as palavras ditas por Jesus em Mateus capítulos 24 e 25, quando respondeu à pergunta feita por seus discípulos: "... Dize-nos, quando serão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? (Cf. Mateus 24:3b)


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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

E haverá fome...

ONU: NÚMERO DE FAMINTOS NO MUNDO ULTRAPASSA UM BILHÃO

A queda nas doações e o menor investimento na agricultura causaram um aumento no número de famintos no mundo. A crise econômica também contribuiu para que o número de pessoas que passam fome chegasse ao recorde de um bilhão - um sexto da população mundial -, afirmou hoje a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A menos que haja uma reversão do quadro, a meta internacional de reduzir à metade o número de famintos no mundo até 2015 não será cumprida, advertiu a FAO em relatório. Após avanços no combate à fome nos anos 1980 e 1990, o número de desnutridos voltou a crescer em 1995, chegando a 1,02 bilhão neste ano, sob o efeito combinado das altas nos preços da comida e da crise financeira global, segundo a entidade.

A culpa pela tendência de longo prazo é em grande parte causada pela redução do auxílio e dos investimentos privados em agricultura desde meados dos anos 1980, segundo a agência sediada em Roma. "Na luta contra a fome, o foco deve ser no aumento da produção de alimento", disse Jacques Diouf, diretor-geral da FAO. "É senso comum, a agricultura deve ter prioridade, mas o que ocorreu foi o oposto."

Em 1980, 17% do auxílio doado por países foi para a agricultura. O índice caiu para apenas 3,8% em 2006 e aumentou pouco nos últimos três anos, notou Diouf. A queda pode ter ocorrido pelos baixos preços de alimentos, que desencorajaram o investimento privado na agricultura, e a competição por fundos públicos de outros campos, como o auxílio emergencial, a redução da dívida e o auxílio a instituições e governos, avaliou David Dawe, um economista da FAO.

Agricultura

Os governos e investidores também podem ter agido sob a impressão de que outros setores econômicos precisavam de mais dinheiro, pois a parcela ocupada pela agricultura em alguns países em desenvolvimento caiu, conforme as pessoas mudavam para as cidades, notaram os economistas da agência. Outro economista da FAO, Keith Wiebe, lembrou que há uma ideia de que a agricultura é algo que deve passar a receber menos importância, conforme um país se desenvolve, o que pode resultar em problemas.

O crescimento dos preços em 2007 e 2008 forçou muitas famílias pobres a vender bens e reduzir o número de refeições, além de custos com saúde e educação. Os preços inflacionados causaram distúrbios em vários países do mundo no ano passado. Agora, eles estão mais estáveis, mas ainda altos, especialmente entre os mais pobres, disse Diouf.

Nesse meio tempo, a crise econômica mundial aumentou o desemprego, reduziu as remessas feitas por imigrantes para seus países de origem, além de dificultar o crédito para os mais pobres, disse Diouf.

Trinta países estão pedindo auxílio alimentar emergencial à FAO, entre eles 20 na África. O número de famintos chegou a um sexto da população mundial. A região mais populosa do mundo, a Ásia e o Pacífico, tem o maior número de famintos: 642 milhões. Na África Subsaariana, há 265 milhões de pessoas que passam fome. [Fonte: YahooNotícias]

domingo, 11 de outubro de 2009

Temperatura sobe a 400ºC em região da Jordânia

As autoridades jordanianas investigam a partir de hoje o que motivou um repentino aumento da temperatura para 400ºC em um local próximo a Amã, informaram fontes oficiais.
O fenômeno ocorreu nesta terça-feira em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador da província, Abdul Khalil Sleimat.
"O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando", disse o governador.
Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais "foram completamente queimados e desapareceram".
As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.
O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel formado por diversos departamentos e instituições acadêmicas.
O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área.
O diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, Maher Hijazin, informou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado e reagido sob a superfície, gerando o inusitado aumento de temperatura.
Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região. [Fonte: YahooNotícias/EFE]
Nota do Editor:
Talvez isso seja um prenúncio do que está por vir. Confira em Apocalipse 16:8 e 9.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Conferência da ONU alerta que 70% do planeta pode sofrer com seca em 2025

Quase 70% do planeta será afetado pela seca em 2025 se não forem aplicadas políticas para frear este flagelo, advertiu nesta sexta-feira (2/10/2009) em Buenos Aires Luc Gnacadja, secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação.

"Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada", destacou Gnacadja, falando em uma conferência.

Jarbas Oliveira - 10.dez.2004/Folha Imagem
Garimpeiro Juraci Barbosa da Cunha, 50, em estrada de área no sul do Piauí que tem um dos maiores índices de desertificação do Brasil
Garimpeiro Juraci Barbosa da Cunha, 50, em estrada de área no sul do Piauí que tem um dos maiores índices de desertificação do Brasil

Atualmente, a seca afeta pelo menos 41% do planeta, e o processo de degradação aumentou entre 15% e 25% desde 1990, segundo um relatório sobre a situação climática mundial apresentado à imprensa durante o encontro.

Gnacadja ressaltou a gravidade do panorama a longo prazo no encerramento da 9ª Conferência das Partes da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, que aconteceu entre 22 de setembro e 2 de outubro na capital argentina.

O secretário afirmou ainda que houve um consenso no encontro sobre a necessidade de monitorar e determinar os indicadores para compreender a situação atual em detalhes, o ritmo do avanço da desertificação e maneiras de lutar contra ela.

Além disso, indicou que "não há segurança mundial sem segurança alimentar" nas zonas secas e que "é preciso um acordo verde" por parte dos países desenvolvidos para trabalhar nesses lugares, referindo-se à necessidade de um compromisso político das potências.[Fonte: Folhaonline]

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

E haverá terremotos...

Moradores observam estragos provocados pelo terremoto desta quarta-feira (30) em Padang, na ilha indonésia de Sumatra. (Foto: Reuters)

Uma réplica de 6,8 graus de magnitude na escala Richter sacudiu nesta quarta o oeste da ilha indonésia de Sumatra, menos de 24 horas depois do terremoto de 7,6 graus que causou já mais de 200 mortos.

O epicentro do terremoto foi 225 quilômetros ao sudeste de Padang, a cidade mais afetada pelo tremor da véspera, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que considerou pouco provável a possibilidade de que este tremor gere um tsunami.

Por outra parte, o governo elevou a mais de 200 sua estimativa inicial de vítimas mortais. As primeiros equipes de resgate já estão trabalhando na área afetada, apesar das intensas chuvas, tentando resgatar milhares de pessoas soterradas pelos escombros.

A essas tarefas se poderiam unir em breve enviados especiais da Malásia, Cingapura e vários países europeus, segundo a televisão local. Milhares de moradores de Padang, a 50 km do epicentro, passaram a noite em campos abertos temendo um novo terremoto.

Cerca de 500 casas foram destruídas e importantes infraestruturas como estradas e pontes estão gravemente danificadas. Vários incêndios iniciados após o tremor atingiram quarteirões inteiros da cidade, que permanece sem eletricidade, enquanto ruas e avenidas estão inundadas pela ruptura de encanamentos.

O aeroporto de Padang também foi danificado, as linhas de comunicação seguem mudas e os centros hospitalares estão a beira de um colapso pela quantidade de urgências médicas. [Fonte: Notícias Terra]

Veja mais fotos dos estragos

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sobe para 770 o número de vítimas de tremor na Indonésia

Governo confirma que cerca de 2.400 pessoas ficaram feridas; novo terremoto atingiu o país nesta quinta-feira (01/10/2009).

Dita Alangkara/AP -Menino observa prédio destruído em Padang

PADANG, Indonésia - O governo da Indonésia elevou para 770 o número de vítimas do terremoto que atingiu o país na quarta-feira, enquanto equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes em meios aos escombros. Oficiais disseram ainda que cerca de 2.400 pessoas ficaram feridas e que o número de mortos deve aumentar, já que milhares ainda estão soterrados.

Veja também:

link Estudo americano pode ajudar na previsão de tremor

mais imagens Galeria: Danos provocados pelo tremor

Nesta manhã, um novo tremor atingiu a região, causando mais danos. O abalo sísmico de 6,8 graus foi aconteceu às 8h52 (22h52 de quarta-feira no horário de Brasília), mas a cerca de 200 quilômetros do epicentro do terremoto da véspera. O terremoto de quarta-feira foi sentido às 17h16 (7h16 em Brasília) e teve origem a 85 quilômetros de profundidade, próximo da cidade de Padang, na costa leste de Sumatra, segundo o Instituto Geológico dos EUA. Vários tremores secundários de mais de 6 graus de magnitude foram sentidos na sequencia e um terremoto de 7 graus, horas depois.

Mais de 500 edifícios, incluindo hotéis, escolas, hospitais e um shopping center ficaram destruídos ou danificados em Padang, onde pelo menos 376 morreram. Acredita-se que milhares de pessoas estejam presas nos escombros. O principal hospital da cidade estava superlotado. Dezenas eram tratadas em barracas armadas do lado de fora do hospital, cuja estrutura ficou parcialmente danificada por causa do tremor.

O número de vítimas pode aumentar nos próximos dias, na medida que as equipes de resgate alcancem cidades mais remotas das ilhas indonésias. A chegada de socorro é lenta por causa da destruição completa e do bloqueio de inúmeras rodovias, além do acúmulo de escombros e dos incêndios simultâneos registrados em diversas regiões do país. A ministra da Saúde indonésia, Siti Fadillah Supari, disse que o número definitivo de vítimas fatais será de "milhares", devido à "magnitude dos danos".

Em Padang e Pariaman, as localidades mais afetadas, milhares de pessoas passaram a noite fora diante do temor de réplicas, seguindo as instruções do governo. As duas cidades amanheceram em meio ao caos e aos escombros, com centenas de construções que desabaram. Os sobreviventes fazem fila durante horas para obter bens básicos, como comida e gasolina. As linhas de telefone e as comunicações pela internet de Padang voltaram a funcionar, mas continuam instáveis.

Apesar da instalação de 11 hospitais de campanha, os centros médicos estão saturados e não conseguem atender as vítimas que não param de chegar, devido à falta de eletricidade, remédios e meios.

Os tremores aconteceram na mesma falha geológica que provocou o tsunami de 2004, que matou 230 mil pessoas em 12 países. Alguns geólogos diziam que Padang é localizada em uma posição perigosa, e que a cidade poderia ser completamente destruída por um terremoto. A província de Sumatra Ocidental é uma zona predominantemente rural, com uma densa floresta. As praias da ilha são populares entre os surfistas. [Fonte: Estadão.com]

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